quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
|| FILME: In Time (2011)
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
|| FILME: "A Coisa" - The Thing (2011)
Não nego que gosto muito de filmes de terror e suspense (gosto esse passado a mim por minha mãe) e esse filme foi legal de assistir. Efeitos razoáveis, suspense em suspenção, sustos bacanas.
Para completar achei uma matéria legal sobre o filme que conta desde o conto original até o filme lançado atualmente. Crédito para o blog Capacitor Fantástico.
Confira abaixo a postagem "The Thing e suas várias versões"
O livro
"O lugar fedia. Um mau cheiro pungente, que só as cabanas enterradas no gelo do acampamento na Antártida poderiam ter, composto por suor humano e óleo de gordura de foca derretida. A aplicação de linimento combatia o cheiro de mofo das roupas de neve suadas; o odor acre de gordura queimada vinha da cozinha, e o cheiro animal, não-desagradável, dos cães, diluído pelo tempo, pairava no ar. Odores remanescentes de óleo de máquina contrastavam fortemente com o cheiro dos trajes de couro.
No entanto, de alguma forma, além de todos os odores de seres humanos e seus associados - cães, máquinas e cozinha - outra mácula sobressaia a todas estas. Um odor diferente dos cheiros da indústria e da vida. E era um cheiro de vida. Mas vinha da Coisa que estava amarrada com corda e lona, em cima da mesa, pingando lentamente, metodicamente sobre as pranchas pesadas, úmida e macilenta, sob o brilho direto da luz elétrica."
Assim começa 'Who Goes There?', o conto de ficção científica do escritor John W. Campbell, Jr. originalmente publicado sob o pseudônimo de Don A. Stuart, em agosto de 1938, na revista Astounding Stories. Em 1973 o conto foi escolhido pela Science Fiction Writers of America, como sendo um dos melhores contos de ficção científica já escrito, e foi novamente publicado no livro The Science Fiction Hall of Fame, Volume 2.
Sinopse do livro: Um grupo de pesquisadores científicos, isolados na Antártida, descobrem uma nave alienígena enterrada no gelo. Eles tentam descongelar o interior da nave espacial com uma carga de termite, mas acidentalmente acabam destruindo-a quando o casco de magnésio da nave é inflamado pela carga. No entanto, eles recuperam o piloto alienígena, que os pesquisadores acreditam que estava em busca de calor quando congelou. O descongelamento revive o ser, que pode assumir a forma, memórias e a personalidade de qualquer ser vivo que devora.
Os pesquisadores tentam então descobrir o alienígena entre eles, simplesmente referido como a Coisa, antes que possa escapar e dominar o mundo. Em última análise, eles percebem que mesmo pequenos pedaços do alienígena se comportam como organismos independentes, e utilizam essa fraqueza para testar quais os homens foram "convertidos", tomando amostras de sangue de todos na base e mergulhando um fio quente dentro do frasco de sangue. O sangue de cada homem é testado, um de cada vez, e o doador é imediatamente morto, quando o sangue se manifesta.
A Coisa original tinha (sem o conhecimento dos pesquisadores) assumido o controle de um homem chamado Blair, que por conta de um colapso nervoso, havia sido isolado em uma pequena cabana. Com os outros monstros dentro da base destruídos, os humanos sobreviventes entram na cabana para encontrar e matar a criatura original.
Leia o livro - Who Goes There? - John W. Campbell, Jr. [ Download ]
The Thing from Another World
"O Monstro do Ártico" é um filme de 1951 e que foi adaptado por Charles Lederer, a partir do livro de Campbell. No filme, um cientísta conta a história de uma tripulação da Força Aérea e pesquisadores em um remoto posto avançado no Ártico, que lutam contra um alienígena malévolo, basicamente uma planta-vampiro.
Estrelado por Kenneth Tobey, Margaret Sheridan, Robert Cornthwaite e Douglas Spencer, foi dirigido por Howard Hawks e Christian Nyby, e lançado pela RKO Radio Pictures Inc.
O filme de Nyby é memorável por muitas razões, incluindo as cenas assustadoras em que os pesquisadores e a tripulação militar tentam retirar um OVNI que caiu sob o gelo, usando bombas termite. Presumivelmente devido a restrições de orçamento e os risíveis efeitos especiais da época, o ser alienígena (interpretado por James Arness), é um cruzamento de vampiro com um super vegetal humanoíde, utilizando-se do sangue das vítimas para irrigar sua prole, que cresce no jardim interno da base. A criatura é capaz de regenerar seus membros e é extremamente forte e voraz.
Na seqüência mais aterrorizante do filme, a criatura ataca os sobreviventes e depois de encharcado com gasolina, foge em chamas no deserto gelado. Mas retorna para um final, que lembra um pouco a morte da Bruxa Malvada do Oeste, em "O Mágico de Oz" (1939).
O lançamento coincidiu com a Guerra da Coréia e o auge do sentimento anti-comunista provocado pelo macarthismo e pelas ambições territoriais da Rússia de Stalin. A idéia de norte-americanos sendo perseguidos por uma força "destituída de moralidade" se encaixava bem para a época. O filme também reflete um ceticismo pós-Hiroshima sobre a ciência e os cientistas.
No final, são os bravos soldados americanos e o cientista sensato, que vencem o monstro.
The Thing
Com o título em português de "O Enigma de Outro Mundo", o filme "The Thing" de 1982, dirigido por John Carpenter (roteiro de Bill Lancaster) com Kurt Russel no papel principal, é uma adaptação fiel do conto "Who Goes There?" de John W. Campbell Jr.
A história gira em torno de um alienígena que muda de forma e que se infiltra em uma estação de pesquisa científica na Antártica e mata a primeira equipe de pesquisa norueguesa. Uma equipe de pesquisadores americana nas proximidades é mandada para investigar o incidente e por sua vez é atacada pelo alienígena.
A despeito dos memoráveis e nauseantes efeitos especiais de Rob Bottin ("The Howling") e o primoroso trabalho de maquiagem, a performance dos atores é pobre, e o filme não teve na época, uma boa bilheteria. Muitos fatores podem ser atribuídos, que incluem o lançamento de "ET, o Extra-Terrestre", uma visão mais otimista do contato alienígena. No entanto, com o passar dos anos, "O Enigma de Outro Mundo" tornou-se um 'cult', sendo várias vezes relançado no mercado de DVD e também na forma de um game em 2002.
The Thing
O filme "A Coisa" de 2011, do holandês Matthijs van Heijningen Jr., diretor de comerciais para televisão e videoclips (este é seu primeiro longa), conta no elenco com Mary Elizabeth Winstead ("Scott Pilgrim vs the World"), Joel Edgerton ("Warrior") e roteiro de Eric Heisserer ("Final Destination 5").
O filme carece das credenciais de seus antecessores e a história se passa meses antes dos acontecimentos vistos no filme de Carpenter, servindo de um prelúdio.
Sinopse:
Em um acampamento de pesquisa da Antártida, a descoberta acidental de uma nave alienígena, leva a um confronto entre a estudante de paleontologia Kate Lloyd e o cientista Dr. Sander Halvorson, do grupo original de pesquisadores noruegueses. Enquanto o Dr. Halvorson decide manter o foco de sua pesquisa, Kate e seus parceiros decidem investigar a forma de vida alienígena.
A criatura, acidentalmente despertada de sua prisão de gelo, tem a capacidade de se transformar em uma réplica perfeita de qualquer ser vivo. A paranóia se espalha como uma epidemia entre o grupo de pesquisadores e Kate se junta ao piloto de helicóptero da tripulação, Carter (Joel Edgerton), para tentar matá-la, enquanto a criatura aos poucos coloca humanos contra humanos, eliminando um por um.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
|| RESENHA: O Livro de Eli (2010)
Ficha Técnica:O Livro de Eli (The Book of Eli)
Direção: Albert Hughes e Allen Hughes
Gênero: Aventura
Duração: 118 min.
Distribuidora: Sony Pictures
Ano: 2010.
Elenco: Denzel Washington, Mila Kunis, Michael Gambon, Jennifer Beals, Gary Oldman, Evan Jones, Ray Stevenson.
Sinopse: Denzel Washington (O Gangster) estrela esse filme dirigido pelos irmãos Allen e Albert Hughes (Do Inferno). Num mundo pós-apocalíptico Eli (Denzel) é um homem solitário que tem de proteger um livro sagrado que pode conter a resposta para salvação da humanidade, mas como todo herói tem seu algoz nessa história não é diferente e para poder obter o livro, um tirano prefeito de uma pequena cidade (Gary Oldman) fará de tudo, mesmo que para isso tenha de matar Eli.
Custei para assistir esse filme e me arrependi. Espere, não seja precipitado. Arrependo-me por não tê-lo visto antes. Eli é o tipo do cara sincero, na sua, que não gosta e nem quer confusão e que tem um objetivo. Levar uma mensagem para uma cidade que está ao oeste.
Depois de uma explosão (provavelmente nuclear) ocorrida durante a última gerra (provavelmente a 3º guerra mundial) o sol castigou, matando e cegando muitas pessoas em todo o mundo. Poucos livros restaram então. A Bíblia, nem se fala. Foi praticamente extinta. A não ser por uma, que é exatamente a que Eli leva escondida na sua mochila. A explicação da extinção da Bíblia é que, por causa das religiões terem sido o estopim para a grande guerra, acabaram sendo queimadas pelos seus detentores.
O vilão está em busca desse livro sagrado, que tem o poder de conceder aquele que o possui uma fórmula para, através da palavra, submeter as pessoas ao seu domínio.
Gostei de ver as duas utilidades da Bíblia retratadas no filme: 1) Uma fonte para levar as pessoas à redenção, à graça de Deus, sua proteção e salvação. 2) Um instrumento para fazer que, através dela, as pessoas confiem em você e façam aquilo que você quer. Foi assim no passado com a igreja católica, é assim hoje no meio de alguns segmentos evangélicos etc.

Creio que o importante no filme é a imagem do homem que confia em Deus, ouve e reconhece sua voz e a obedece. Eli é a imagem de um profeta que leva a Palavra e a justiça. Sim, o filme é um tanto violento, mas num mundo onde não há mais regras nem leis e o mais forte predomina, se defender é o mínimo que se pode fazer e lei faz isso. Não ataca a não ser que seja atacado.
O livro de Eli é um filme de ação, mas traz uma carga de drama e de evangelismo onde a Bíblia é o centro das atenções. Por isso li alguns comentários em blogs que diziam que se tratava de um filme evangélico vestido de filme de ação. Não tenho como negar que seja isso mesmo, ainda que implicitamente e de uma ótima maneira.
No final do filme fiquei emocionado quando Eli recita um lindo trecho da Palavra de Deus: "Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé".
Recomendo o filme a todos.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
A invasão do Mundo: A Batalha de Los Angeles (2011)

Assisti ao filme A invasão do Mundo: A Batalha de Los Angeles ontem à noite.
SINOPSE: A Terra está sendo invadida por meteoros que apareceram de uma hora para a outra, e estão sendo direcionados para os litorais. Os estudiosos encontraram peculiaridades estranhas nesses meteoros e as forças militares americanas são convocadas para servirem.
Criei uma grande expectativa antes de vê-lo. Quando o filme começou porém, vi que era ao inverso do que eu imaginava. O filme é muuuito diferente de Idependence Day (creio que o melhor filme de invasão que já assisti, sem não me engano) e a todo instante vemos destruição e o poder mortal das armas aliens. O enredo é pautado no massacre da humanidade. Não há uma parte em que os humanos vencem a não ser no final, que, por acaso, descobrem um tipo de antena que comanda as naves - que não são tripuladas.
Os efeitos especiais são bons, mas não me deixaram de queixo caido. E ao final do filme parece que o filme foi feito com intenção militar. A mensagem é algo do tipo: "Ei, somos os caras! Não comemos, não dormimos. Somos verdadeiras máquinas de guerra. Dane-se o resto. Sacrifique-se sempre." Esse tipo de coisa. Para se ter uma idéia, minha esposa foi dormir antes do final dizendo que o filme não lhe agadou, pois a ação era sempre a mesma: tiros e os aliens vencendo.
Achei o tipo de filme de guerra com ficção científica como pano de fundo. Em todo caso, não achei-o de todo ruim, mas faltou algo mais para se tornar um dos meus favoritos.
Nota: 7

terça-feira, 15 de março de 2011
FILME: Enrolados (2011)

Nesse final de semana assisti ao filme Enrolados (Tangled - título em inglês). O longa conta a história de Rapunzel e o porquê de seus cabelos grandes e como ela foi parar naquele imensa torre.
Devo dizer que o filme é ótimo e fez meus olhos marejarem pelo menos duas vezes. Admito, sou emotivo, mas esse filme me emocionou em alguns momentos pela simplicidades de Rapunzel e o amor esperançoso de seus pais.
O enredo é engraçado, belo e encantador. Um dos temas abordados é sobre sonho que alguém pode ter. Rapunzel tinha o sonho de ver algumas luzes que apareciam apenas no seu aniversário. Para concretizar o seu sonho ela pede ajuda ao ladrão Ryder quando este, fugindo da guarda real, acaba subindo na torre onde a jovem vive enclausurada. Ela faz com que ele desmaie com um golpe de "frigideira" e esconde a jóia, prometendo devolver-lhe depois de ajudá-la, levando-a até a cidade para ela ver as luzes.
Como sempre, há uma bruxa, mas aqui é diferente, pois Rapunzel pensa que aquela é sua mãe. Não vou contar detalhes, pois o enredo é cheio deles e cada um faz com que o filme seja saboroso. Abaixo há uma foto com o cavalo Maximus, um personagem hilariante do filme, que faz logo a gente simpatizar com ele.
Eu recomendo Enrolados para toda a família, pois o filme também trata disso: família.
NOTA: 10!

Direção: Nathan Greno
Gênero: Animação
Duração: 100 min.
Distribuidora: Walt Disney
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Filme: O Último Exorcismo (2010)
Sinopse: Cotton, um pastor, que há muito perdeu sua fé, ajuda a fazer um documentário com o intuito de desacreditar a possessão demoníaca. Mas quando recebe uma carta pedindo para fazer uma visita a uma família que está sofrendo por uma filha estar sendo possuída por um demônio, o pastor acaba vendo que o perigo é mais real que imagina.Nem de longe o filme é tão assustador quanto "O exorcista" ou "O exorcismo de Emily Rose". O diretor decidiu ir por um caminho/estilo que está ficando saturado (para mim): da visão de um cinegrafista "amador", como "A bruxa de Blair" ou "Rec".
Não vou dizer que o filme é mal-feito, mas poderia ser bem melhor, principalmente no diz respeito às transformações da possuída. Um caso que me deixou com a pulga atrás da orelha é sobre os pôsters do filme (fotos acima): Num, a moça está curvada para trás (muito interessante). Isso acontece no filme e é a melhor parte; noutro pôster ela está suspensa na parede como uma aranha. Seria o máximo ver isso acontecer no filme, mas infelizmente isso não acontece - o que me fustrou ainda mais.
No fim do filme, ficamos sem saber se a possssão foi real ou não. Mas o suspense culmina aí, mas então o filme termina subitamente.
Por isso, achei o filme fraco.
Nota: 6
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Filme: Jantar de Idiotas (2010)

Sinopse: Um grupo de amigos participa de uma competição, na qual têm um mês para levar a um jantar a pessoa mais estúpida que encontrarem. Com Paul Rudd e Steve Carell.
Devo confessar que não esperava muito desse filme, até porque as comédias atuais estão muito mais para o pornô do que para outra coisa, mas me surpreendi com esse filme de forma positiva. Pois, não me pareceu apelativo, mas imprevisível. Carrel me fez rir por sua atuação muito boa de um completo idiota, onde cada coisa que fazia, causava-me riso, pois além de intrometido era ingênuo e ao mesmo tempo brincalhão. No final vemos porque leva a vida como se nada lhe fosse importante, algo que ele nos faz refletir sobre os sonhos. É isso, ele vive sonhando, no mundo da lua.
O filme realmente me agradou. Fiquei até 1h da madrugada assistindo esse filme e tive que conter as risadas com o travesseiro para não incomodar minha esposa. O começo não é tão bom assim, mas ao longo do enredo percebe-se as trapalhadas hilariantes das personagens envolvidas no filme. Uma boa comédias como não via há muito tempo.
Recomendo - se acompanhado pelos amigos, melhor.
Nota: 9










