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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Inversão de valores!!!


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

:: [ TEXTO ] :: Texto de propaganda sem sentido

Mais uma vez a Tv consegue me chocar de forma negativa com a propaganda de prevenção contra a AIDS.


Na propaganda aparece algumas pessoas dizendo que se você está num relacionamento e "está pensando em... ficar... pular a cerca..."  TRAIR MESMO!!! É pra tomar consciência e usar camisinha, que assim você "estará protegendo quem você ama".


QUE POUCA VERGONHA! E QUE PROPAGANDA SEM SENTIDO!!!


Se é pra falar de escapulidas e traições, mais do que se fala e se vê nas novelas globais poderiam, pelo menos, serem mais objetivos e diretos, dizendo:


"Você que é sem vergonha e está pensando em trair ou até mesmo já trai seu parceiro ou parceira... tenha pelo menos um pingo de consciência e use camisinha para que a pessoa traída não se surpreenda um dia, contraindo AIDS de você! PENSE NISSO. Quer proteger quem você ama? Não traia! Seja fiel."


Acho que o texto acima ficaria bem melhor, já que QUEM AMA NÃO TRAÍ. Mas mais uma vez aTV, ou melhor, as pessoas por trás dela, amantes do sexo livre, conseguem fazer uma m@#d@ porcaria de propaganda sem pé nem cabeça, pelo menos para quem tem escrúpulos.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Leitura – Um hábito?

 

 
Por causa do meu trabalho com crianças, para quem não sabe, escrevo para elas e com muito orgulho, geralmente sou convidada para falar sobre o tema leitura.
 
Como incentivar uma criança a ler, como criar o hábito da leitura. Muitas formas, a mesma questão.
 
Eu acredito que a grande pergunta é como estimular o prazer da leitura. Hábitos, comportamentos, se adquirem quando gostamos de fazer algo.
 
Claro que cada pessoa funciona de um jeito.
 
Quando criança, na minha casa não havia muitos livros. Lembro de quando os meus pais compraram para nós, eu e meus irmãos, uma enciclopédia com livros para pesquisa escolar e alguns clássicos da literatura mundial infanto-juvenil. Lembro desses livros até hoje. Lembro do cheiro, da encadernação, das cores e ilustrações. Aquela aquisição me marcou.
 
Foram os livros que marcaram a minha infância e depois de ler e reler várias vezes os mesmos, comecei a procurar novas leituras.
 
Alguns livros vieram da escola, mas não foram muitos. Não havia o hábito de frequentar a biblioteca, e os professores nem sempre conversavam sobre os livros com os alunos, sobre histórias e o que havia de leitura era, em geral, obrigatória e por isso, na maioria das vezes, chata.

Livros têm a ver também com o nosso estado de espírito, nosso momento, nossos interesses, com a nossa curiosidade.
 
Há épocas em que lemos mais para nos informar, outras para entreter e há pessoas que leem de tudo e todas as fases da vida.
 
Nada desperta mais para uma leitura que uma boa conversa sobre um determinado tema, uma contação de história bem feita, pelo menos comigo funcionava assim. E ver pessoas lendo. Criança segue o exemplo, a criança que vê outras crianças lendo, os pais lendo, irá, no mínimo, ter curiosidade em ler também.
 
Uma coisa que considero muito importante são as bibliotecas, tanto escolares quanto as públicas. Bibliotecas com bons acervos e que estes estejam bem conservados.

Tanto nas bibliotecas como nas livrarias deveriam existir sempre profissionais leitores, profissionais especializados, que saibam fazer indicações, comentar sobre alguns autores, algumas obras. Parece óbvio, mas na prática isso nem sempre acontece.
 
"Massacrar" a criança com a informação de que ler é importante, de que o livro é o nosso grande tesouro, mas não convidá-la ao mundo encantado das histórias, da palavra é um enorme desperdício.
 
Em um país como o Brasil, onde o índice de analfabetos funcionais é tão grande, a formação de leitores fica colocada em um patamar quase utópico.
 
Formar leitores é tarefa da família, da escola, da sociedade.

Espero que os editores caprichem cada vez mais nas publicações, buscando histórias criativas, bons autores da atualidade (temos muitos), que relancem também os clássicos da literatura mundial e que não se preocupem só com as vendas, ter a coragem para inverter o quadro pode levar mais tempo mas atrairá um imenso número de leitores e fieis.
 
Às vezes lançar um livreto sobre um personagem de desenho animado atual pode vender, em determinadas épocas acho até interessante. Meus filhos quando bebês brincavam com vários livros desses. Mas não são histórias, poucos são.

Que os projetos de incentivo à leitura sejam cada vez mais bem recebidos pela sociedade e que sejam reforçados pelo governo.
 
A criança já nasce com os pés no mundo da fantasia, da imaginação. A sociedade é que a afasta. Talvez o processo de aproximação da criança com o livro, com a leitura prazerosa seja muito mais simples do que imaginamos.

fonte: Blog do Galeno

 

 

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Tudo o que eles querem é escrever para TV

Vida de roteirista não é fácil: saiba como chegar a uma escola de roteirista.


Agência Estado


Parecia um exercício simples. A partir de uma fotografia de um casamento, os alunos deveriam escrever uma cena cômica. Depois de pronta, a surpresa. A foto era do casamento dos pais do professor. O exercício fez parte da primeira oficina para novos roteiristas da Globo. E o professor era Mauro Wilson, autor de séries como "Os Amadores".


Vida de roteirista não é fácil. Os postos são escassos, os talentos são muitos, mas uma geração de novas cabeças tem despontado no cenário das letras para TV. Há oito anos trabalhando na emissora como roteirista em programas de humor, Ricardo Ono, 33 anos, precisou superar 1,5 mil candidatos que desejavam a mesma vaga que ele. "Sabia escrever rápido, mas não entendia de roteiro. Para fazer o curso, tive de trancar a faculdade de economia."


A Record tem planos para realizar suas primeiras oficinas. Até agora, o que a emissora de São Paulo fez foi garimpar talentos no Concurso de Novos Autores. A vencedora foi Gisele Joras. Seu roteiro deu origem à novela "Amor e Intrigas", que não teve uma audiência ruim.


E como se chega a uma escola de roteirista? "Vi um anúncio do curso publicado no jornal", lembra Ono. "Os interessados tinham de mandar uma adaptação de um conto de Luis Fernando Veríssimo. O curso começou com uns 40 alunos e, no final, ficaram apenas 13 " Rolava até um esquema paredão de "Big Brother". "Quem não se adaptava era eliminado pelos professores." Mauro Wilson, professor e roteirista, explica: "O critério para eliminar um candidato era a incapacidade de trabalhar em grupo. Na TV nada se cria sozinho, é importante saber lidar com idéias divergentes".


Entretenimento, e não só filmes, também precisa de roteiro. Ono, por exemplo, cria quadros para o "Domingão do Faustão". "Depois da 'Dança dos Famosos' tivemos de ter mais idéias. Em conjunto, pensamos na 'Briga no Gel dos Famosos' e 'Dança dos Famosos no Escuro' (que não vingaram) até que veio a idéia do 'Circo do Faustão'."


Tati Bernardi, 29 anos, participou há um ano de uma oficina de roteiros de seriados (sitcoms) dentro da emissora. Ela foi indicada para o curso por Alexandre Machado, roteirista de "Os Normais", marido de Fernanda Young. Após o curso, Tati foi contratada e escreveu o texto da série "Dicas de um Sedutor".


Ela conta que, durante o curso, os alunos assistiam a sitcoms como "Seinfeld" para entender as piadas e adaptá-las ao público brasileiro. "Outro exercício era resumir em apenas uma frase uma série inteira. Para 'Os Normais' escrevemos: ‘Um casal que de tão louco parece normal’." Para o futuro, Tati quer escrever novelas. "É o meu sonho", diz.


Mesmo no curso de roteiro da Academia Internacional de Cinema, em Higienópolis, no Centro, alunos como a atriz e publicitária Fernanda Settani Nogueira, de 30 anos, sonham mesmo com a tevê. "Quero escrever novelas, minisséries e seriados." Antes de entrar no curso, a publicitária nunca havia tido contato com roteiros. "Quando a professora leu meu primeiro roteiro, me disse que o texto era bom, mas que aquilo estava longe de ser um roteiro."


A tal professora de Fernanda tem três anos a menos que ela. Gabriela Amaral Almeida, 27 anos, é formada na Escuela Internacional de Cine Y TV, de Cuba, presidida pelo escritor Gabriel Garcia Márquez. Do alto de sua experiência, diz que a diferença básica entre um roteiro de TV e um de cinema é que, na TV, o roteirista muitas vezes tem de adaptar sua história ao interesse do público. "Um bom roteirista é aquele que tem uma boa visão de mundo e de suas particularidades." Outro aluno de Gabriela foi o publicitário Alexandre Vasquez, 22 anos. "Escrevi um roteiro sobre os bastidores do Vaticano, antes do papa dar a notícia de que queria que o mundo acabasse com as armas nucleares."


Tiago Santiago, hoje nas glórias da Record, à frente da novela "Os Mutantes", foi aluno da primeira turma de roteiristas da Globo, que se tornou sua maior concorrente. Foi lá que teve aulas com Gilberto Braga e Aguinaldo Silva. "Um escritor não se conforma em escrever sob encomenda. Mas um roteirista deve escrever sobre encomenda."

quarta-feira, 11 de junho de 2008

A arte de viver.

Viver é se aproximar e, ao mesmo tempo, livrar-se de si mesmo, de angústias e egoísmos. Viver é um dom magnífico. Viver é participar desta misteriosa matemática sincronização do universo: o mortal desfrutando de experiências materiais numa concessão espiritual. Viver é transcender através da participação na história, pelas marcas deixadas no caminho, no resplandecer de gerações que se sucedem.

Viver é mobilizar e envolver-se para afastar comportamentos que empobrecem a participação na vida, buscando valores e refazendo idéias que desbotam a aventura de sobreviver, em meio ao disparate humano na conquista do impossível.

Viver é proporcionar, reabastecendo-se no manancial da fé, inundando a vida com todas as possibilidades de cada dia. É investir minutos e minutos, colorindo de esperança as horas. É aprender com as manhãs a iluminar obstáculos, não se importando com a escuridão da noite. "Basta a cada dia o seu mal".

Viver, lutando, incessantemente, para desarmar veículos que levam à violência. Fazer do comportamento um elo que une as pessoas umas às outras para formar a grande corrente de otimismo. A força nascerá e há de acontecer o milagre para o qual o homem foi criado: viver no paraíso.

Viver com alegria e na certeza de ser útil, como fiel mordomo do seu próprio corpo, oferecendo-o em holocausto para a felicidade daqueles que compõem este painel de realidades.

Viver é, sobretudo, preservar. É educar-se para viver em harmonia com o tempo e o espaço, coordenando fantasias e verdades para o equilíbrio e a razão.

Viver e não interromper a apoteose fantástica das flores se abrindo nem desafinar o grandioso coral de pássaros no espetáculo gratuito diário que extasia a humanidade.
Viver e preservar rios, mares, cuidando dos animais, porque fazem parte do equilíbrio da vida.

Viver no firme propósito de melhorar todo dia: no grupo de amigos, na família, no trabalho, disposto a assumir o compromisso de colocar um mosaico na construção da paz, para viver experiências de melhores dias.

Ivone Boechat

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Qual a diferença entre - MP3 - MP4 - MP5 - MP6 - MP7 - MP8 - MP9

MP3: É o formato de compressão de áudio que causou uma verdadeira revolução. Arquivos de áudio podem ser convertidos em MP3, com poucas perdas de qualidade, ocupando apenas cerca de 10% do espaço de armazenamento necessário para o formato digital do CD de áudio.

O que comumente se chama de “MP3?, ou “tocador de MP3? são aqueles pen-drives que tocam música e sintonizam rádio FM.

MP4: O MPEG4 é um padrão de compressão de vídeo, que causou na indústria a mesma revolução que o MP3. Graças ao MPEG4 um filme de uma hora e meia de duração, que no formato de DVD ocuparia quase 5GB de espaço, pode ser colocado em um mero CD de 700MB, com pouca perda de qualidade de imagem. A trilha sonora, em MP3, nem chega a ser relevante em termos de tamanho de arquivo, neste caso.

O “MP4? da indústria é a versão do “MP3? acima com uma telinha de LCD, capaz de reproduzir vídeos.

MP5: Agora começamos a entrar na área do que considero o absurdo da indústria de cacarecos. Considerando que MP é a abreviatura de MPEG, Moving Picture Expert Group, não caberia ninguém exceto o próprio MPEG criar novos padrões e nomenclaturas. Contudo, já criaram por aí o “MP5?, que nada mais é do que o mesmo MP4 acima descrito, mas com câmera digital integrada, capaz de tirar fotos e em alguns casos também filmar.

MP6: Se falar em MP5 para referir-se a um tocador de vídeos MPEG4 com câmera digital e rádio FM já me parece absurdo, falar em MP6 então é o cúmulo. Tem agendas de telefones e de compromissos, acessa Internet, roda programas e jogos em Java, envia e recebe e-mails.

MP7: Deve ter as mesmas funções do mp6 e ainda recebe sinais de TV analógica adicionado ao fato de poder usar duas linhas, pois o aparelho funciona com dois chips de operadoras diferentes ou iguais.

MP8: Com todas as funções acima + jogos do supernintendo!

MP9: Logo o MP9 deve vir com escova de dentes, monitor cardíaco e cafeteira, pesando menos de 100g.